Quando?

Quando aquilo que a gente achava muito vira pouco? Qual o momento exato dessa transformação?
Sei que faz parte do caminho, me lembro de quando era pequena e queria uma Barbie, quando ganhava era a maior felicidade até começar a querer a cozinha dessa Barbie, o carro, a casa…
A gente sempre quer mais, melhor, diferente e quando tudo fica igual, a idéia que temos é de que emperrou, congelou, não vai evoluir, ou pior, de que andou pra trás, regrediu.
Talvez se soubéssemos o momento exato que a jóia se transforma em bijoux conseguíssemos ter um controle maior sobre a nossa felicidade. Prorrogássemos momentos incríveis antes da desvalorização. Será?
“Aprendi que não é tão fácil dizer eu te amo sem pelo menos achar que ama e, quando a pessoa mente, a outra percebe, e se não percebe é porque não quer perceber, isto é: quer acreditar na mentira. Claro, tem gente que quer ouvir essa expressão mesmo sabendo que é mentira. O mentiroso, nesses casos, não merece punição alguma.”
Ferreira Gullar
O desconhecer

Tem pessoas que mal te conhecem e te tratam como se te conhecessem a vida toda e outras que te conhecem tão bem e fazem questão de te desconhecer.
(Source: lawyerupasshole, via let--yourselfgo)
“Chegamos até aqui, não vamos estragar tudo pensando.”
Uma bolsa de verdade parecendo uma bolsa de mentira, essa foi a idéia da marca Jump From Paper.
A ilustração 2D com cores primárias e o contorno em preto dão essa cara de um desenho e não de um produto. Sensacional, não?
(Source: chelseawoosh, via lepetitoiseau)
Não se decepcionar é fácil! Basta não contar com ninguém e nem contar pra ninguém.

